Pueril
Sou criança ainda
Perco-me por coisas banais,
Ainda não aprendi a ser adulto
Por isso uso como escudo
A sarjeta de minha memória
E tenho como fascínio,
Uma caixa obscura,
Que nunca censurá-me
Por meus delírios...
Que como mel
Levam-me ao céu!